terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Você tem que ser forte?


Ser forte.  Quando a gente enfrenta perdas, frustrações e decepções capazes de nos prostrar, e a tristeza, o cansaço, a exaustão se apoderam de nós e o fardo do sofrimento parece ser impossível de carregar, aparece alguém que diz: "Você tem que ser forte". Já ouvi falaram pra mim e para outros, e já vi quem tenha tentado obedecer a ordem... Aqui reside o principal problema.

Somos bons em resolver o problema alheio, e muito inábeis de resolver os nossos. Temos uma disposição inexplicável para buscar carregar fardos que não nos pertencem, e distribuir outros iguais mundo à fora. Já pensou se a verdade fosse o oposto?

Pois bem, eis que existe um Deus forte para gente fraca. Pelo menos é nisso que os cristão acreditam acerca de Deus e de si próprios, conforme o ensino da Bíblia. Mas por que insistimos na versão errada do "ser forte"? Dito em outras palavras: Qual é a vantagem de se ter um Deus forte, quando a gente é forte por si só? Igualmente não há qualquer vantagem de ter um Deus fraco quando a gente também é fraco... É por isso que embora a gente saiba, sofremos por colocar um abismo entre o que a gente sabe que é certo e aquilo que a gente vive como se fosse. Calma, isso de dito de outra forma fica assim: Nem sempre a age conforme o que a gente sabe ser certo. O fato é que precisamos de poder. Precisamos de força para enfrentar a vida. Morrer não exige luta, e como desistir não é uma opção... 

É porque estamos vivos que dói, que é difícil, exige esforço, mas a boa notícia é que não necessariamente seu. Numa historieta dessas que pregadores contam para ilustrar sermão e verdades profundas, esta me chamam a atenção, e acredito que ajudem aqui.

Um príncipe queria testar a honestidade das candidatas à princesa, e deu a cada um delas um vaso somente com terra. Disse que elas teriam que regar e cuidar de modo a ver nascer a flor cuja semente havia sido ali semeada disse o príncipe.

Porém, conforme o tempo foi passando, nada brotava em vaso algum. Curiosamente, no dia do reencontro, foi um show: cada princesa veio com uma flor mais linda do que a outra no vaso que carregava, pois queriam demonstrar com que cuidado e sensibilidade tinham trazido suas flores à vista. Mas como supostamente a semente teria sido à mesma, explicar a multidão variada de flores virou uma missão à parte. Mas houve uma, muito entristecida, chorosa e derrotada, que apresentou o vaso vazio. Ela confessou ter feito tudo o que estava ao seu alcance para fazer a bendita flor brotar. Regou, protegeu, e fez o que mais era necessário, mas nada brotou. Contudo, para a surpresa de todos, esta foi justamente esta a quem o príncipe escolheu para ser sua esposa. No dia da cerimônia, sem ninguém entender nada, ele resolveu explicar o caso ao reino: "Meus caros súditos, o objetivo da tarefa não era me trazer flores, mas verificar qual delas me seria fiel, dedicada e sobretudo honesta. Entretanto, nenhuma semente havia nos vasos, o que me levou a concluir facilmente quem havia realmente se dedicado, e quem fingiu, produzindo o que havia sido semeado..." 

Parece que já interiorizamos a noção de que temos ser mais forte que todos ao nosso redor. A fraqueza não é gentilmente tolerada. E aí dois lados de uma moeda nefasta se apresenta:

1. Quando queremos ser fortes, nossa fraqueza fica ainda mais evidente, e mais sofrimento é trazido para o caso. Será que não estamos desmoronando porque resolvemos fazer o que não nos foi pedido por Deus? Tem flores nos seu vaso? Que legal... mas... como elas foram parar lá? Quem te disse que você teria que apresentá-las? Certamente que Deus está lhe testando, te melhorando e fortalecendo. Mas acima de tudo, Ele está moldando o seu caráter... mas vc não está tomando um peso maior do que suas costas são capazes de carregar? 

Nossa estratégia (erroneamente redentiva) de procurar poupar os demais de ver nossas fraquezas geralmente pesam mais sobre nós, e acabam por no final não poupar ninguém.  Acaso não sofreram? Eles choraram menos do que chorariam caso vc não tivesse sido "tão forte"? Elas sentem menos falta, menos dor, menos cansaço, menos sofrimento, do que você?

2. Quando queremos que os outros sejam forte, estamos impondo um peso extra ao sofrimento alheio, na expectativa que nossa própria fraqueza não seja descoberta. Como enfermeiros sem piedade, recomendamos que choro seja engolido, como quem engole remédio amargo, porque acreditamos que os se virem a dor os demais não suportariam... mas como saber? Eu mesmo já ouvi tamanho disparate, e carreguei muita ira ao longo dos anos por não tolerarem meu choro que evidenciava a dor da saudade. Depois entendi que aquela tinha sido uma desastrada tentativa de me consolar. Eu os vi como Jó viu seus consoladores: como "molestos". Por que no lugar disso não se ofereceram para dividiu o peso comigo? Você tem dado esse tipo de conselho ou tem se oferecido para carregar o peso junto com a pessoa? Quando a gente divide o peso, todos carregam um pouquinho... quando não fazemos, alguém carrega tudo sozinho. Está pesado, e o seria de qualquer forma, mas não precisaria nos esmagar... bastaria ser dividido. 

Mas eis que bendito convite nos faz o evangelho, aqui: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve." Mateus 11:28-30.

Você sempre teve alguém com quem dividir o peso, mesmo agora! Com uma vantagem: ele é superpoderoso! (Onipotente, se preferir) O que fazer diante do que foi posto? Corra pra ele! Diga pra Jesus, sincera e diretamente, que vc não aguenta, que dói e que está difícil... mas diga "de verdade", de peito aberto, com aquele sinceridade que aperta o peito e faz sair gritado pela voz! Diga, e entregue... 
Aconselhe que essa corrida seja feita com brevidade, se no caso você for o conselheiro. Lembre-se e lembre-os que depositar em Deus e seu Cristo nossa confiança pode parecer um passo simples, mas enquanto não for tomado, seu coração não encontrará a paz que excede todo entendimento: "Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus". (Filipenses 4:6)

Isso é possível... basta que se siga a recomendação...

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Cegueira espiritual

cegueira

A teologia da prosperidade sempre cativou inúmeras pessoas, exatamente pela proposta de sanar todos os problemas, ou seja, riqueza, saúde e bem-estar. Esta teologia surgiu nos Estados Unidos da década de 40, mas somente na década de 80 ela chega ao Brasil. Mas é a partir da década de 90 que ela ganha fôlego e creio que hoje vivemos o ponto mais alto desta heresia. Em um primeiro momento, a igreja brasileira soube resistir aos encantos desta aberração teológica que produziu marcas antibíblicas para autenticar a ação do Espírito Santo na vida das pessoas.

Como explicar a atual situação em que tal abominação ganha cada vez mais espaço? Penso que a proposta desta falsa teologia vai além de simplesmente ajudar a conquistar coisas, pois antes, estabelece prioridades ao coração humano. A falsa teologia da prosperidade bem que poderia ser chamada de “teologia da vontade humana”, afinal, é exatamente isso que ela estabelece e contempla, a vontade humana sobre as questões da vida, sejam elas riqueza, saúde ou bem-estar. E o que está em evidência não é a necessidade material, mas o desejo do coração rebelde.

Recorrer ao ensino da Palavra do Senhor é sempre o caminho mais seguro. Aprendemos em Mateus 6.21: porque, onde está o teu tesouro, aí estará o teu coração. Percebemos que o coração de muitos que estão na igreja não está em Deus mas em si mesmos. O disfarce é a riqueza, a saúde e o bem-estar, mas a realidade é uma idolatria de si mesmo, e esta é a verdadeira e preocupante cegueira espiritual.

Outro importante ensino da Palavra de Deus contrario ao falso ensino é a maravilhosa declaração de Asafe no Salmo 73. 25: Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Entretanto, muitos estão cegos a esta bendita realidade. Não se contentam em Deus, antes, necessitam de ter o desejo irrefreável do coração satisfeito, e isto a qualquer custo.

Muito se escreveu sobre cegueira espiritual e como devemos fazer para deixar tal cegueira. Ora, isso não é matéria de mérito pessoal, antes é uma matéria que envolve a fé bíblica. Não é “fé” que poderemos ou faremos, mas é fé no redentor Jesus. Fé nas obras que ele fez. Fé na maravilhosa, perfeita e suficiente obra de salvação, ou seja, fé no autor e consumador da fé, Jesus Cristo (Hebreus 12.2). Pois somente a fé genuína receberá o santo ensino da Palavra de Deus e será por ele devidamente educado, corrigido e exortado a permanecer fiel, afinal, ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação. (Habacuque 3.17 e 18).

Cegueira espiritual está intimamente ligada a rebeldia, pois, o cego espiritual vê a bondade do Senhor, sabe que ele está no controle de todas as coisas, sabe que Deus é justo juiz (Salmo 7.11), entretanto, pela cegueira espiritual (rebeldia), ignora todos estes preceitos, ignora esta bendita realidade, e, por fim, não descansa nos retos caminhos do ensino bíblico, pois tem de satisfazer sua própria vontade em detrimento do que está ordenado na Palavra do Senhor.

Não é prudente, não é santo e não é recomendável que os cristãos verdadeiros procedam assim.

O que importa não é a nossa vontade satisfeita, antes importa que a vontade de Deus, mesmo contrariando nossa vontade, prevaleça em nosso coração, norteando nossas decisões.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Aprenda com seus erros ou tome um caminho melhor: leia a Bíblia!

Bíblia em pedaçosUm dia desses eu ouvia num programa de rádio a resposta de um analista a uma consulta feita. Alguém queria abrir uma empresa, mas estava receoso quanto a empreender num momento de crise financeira no país, além de não ter experiência na área pretendida. A resposta foi simples. Antes de se arriscar, ele deveria aguardar para ver como se comportaria o mercado. Enquanto isso, deveria arranjar um emprego numa empresa da área, a fim de aprender na prática sobre o risco de seu empreendimento. No fim, aquele que respondia disse: “É melhor aprender com os erros dos outros do que errar para aprender”.

Sábias palavras! De certo vai contra o que muitos pensam, principalmente no que diz respeito às “coisas da vida”, amizades, relacionamentos, entretenimento, etc. Nesse caso é comum ouvir alguns dizendo: “Deixe fulano quebrar a cara, desse jeito ele aprende” ou “cada um deve ter suas experiências e aprender com elas”.

Conquanto seja verdadeiro e importante termos as nossas experiências de vida, a ideia de que precisamos “quebrar a cara” para aprender está distante daquilo que a Escritura ensina. Ao escrever sua epístola aos Romanos o apóstolo Paulo afirmou que “tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito” (Rm 15.4).

Aos Coríntios, após relatar a história de pecado do povo de Israel e a punição de Deus, ele afirmou: “Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1Co 10.6) e, depois disso, exortou que os irmãos não fizessem como eles, advertindo novamente: “Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para a advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1Co 10.11).

A lição é clara! Olhe para as Escrituras a fim de tomar conhecimento do que muitos sofreram, por desobediência a Deus, e não repita a experiência. É como se Paulo dissesse você não precisa “quebrar a cara”, basta olhar para as Escrituras, confiar naquilo que está relatado e viver para a glória de Deus.

A despeito disso, muitos cristãos têm sofrido com suas escolhas. Na tentativa de caminhar conforme seus próprios corações, deixam de lado tudo aquilo que foi escrito para o seu ensino. O coração é enganoso e, não poucas vezes, quer nos conduzir a caminhos que não deveríamos trilhar. Devemos estar atentos a isso, lembrando-nos sempre daquilo que escreveu Salomão no fim de sua vida: “Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o seu coração nos dias de tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas essas coisas Deus te pedirá contas (Ec 11.9).

Diante disso, podemos pensar na responsabilidade que temos diante de Deus. Temos de conhecer as Escrituras a fim de viver de modo agradável diante de Deus, fazendo escolhas que reflitam sua vontade revelada.

Não é sem razão que o salmista afirma ser bem-aventurado o homem que tem “o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (Sl 1.2-3).

Se os cristãos se lembrassem mais dessas verdades, evitariam muitas escolhas que parecem caminhos direitos, “mas ao cabo dá em caminhos de morte” (Pv 14.12).

Mas isso pode ser ainda pior. Muitos desses que desprezam as instruções da Palavra de Deus e querem seguir as cobiças de seus próprios corações, na ânsia de ouvir algo que desculpe ou justifique suas ações, buscam conselhos com pessoas que não temem a Deus. Esquecem-se de que o salmista também diz que feliz é o homem que não anda no conselho de ímpios (Sl 1.1) e devem ser lembrados das palavras do Senhor Jesus: “Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco” (Mt 15.14).

Em sua infinita sabedoria, Deus nos deu a sua Palavra bendita a fim de ser a lâmpada para os nossos pés e a luz para o nosso caminho (Sl 119.105). Você pode viver de modo digno do Evangelho, honrando ao Senhor em suas escolhas pautadas na Escritura, ou pode pagar para ver, fazendo o que é contrário a ela e aprendendo com os erros. Mas lembre-se: há pessoas que nem errando muito conseguem aprender. O melhor caminho é confiar em Jesus e dar ouvidos à sua voz, que ecoa na Escritura.

Milton Jr.









terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Aprendendo a lidar com a dor

110O primeiro passo, e provavelmente o mais difícil, seja procurar ajuda "de peito aberto", uma vez que isso significa compartilhar as profundezas de seu coração com outra pessoa, o que exige muita confiança.
 
O conselheiro bíblico, que deve ser antes de tudo um cristão piedoso e maduro, deve ser e fazer perceber como alguém digno de tanta confiança.
A oração que ambos tem que fazer, conselheiro e aconselhado, é para que Deus seja misericordioso com ambos e faça ao conselheiro útil na sua vida na medida que Ele desejar usá-lo, ao passo que abra o coração, tanto para desnudar-se quando para receber com prontidão a Palavra de Deus ministrada, e assim receber ajuda.
 
Pessoas e fatos: doem!                            
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A dor dói, já dizia meu mestre e professor. Mas como sempre há como tornar algo ruim em coisa pior, lembremo-nos que as pessoas não entendem a dor alheia, quer por estarem focadas demais em sua própria, quer por não estarem padecendo de nenhuma. Há quem entenda, e não é difícil encontrar quem diga: eu entendo o que vc está sentindo. Sendo tudo isso verdadeiro, ou não exatamente, fato é que mesmo quando falhamos nos nosso melhores esforços na busca de entender a dor do outro, Deus entende, melhor e mais profundamente, do que nós mesmos.
 
A dor e a tristeza de alma, para nosso infortúnio, raramente chegam desacompanhadas. Lidamos com nossas dores e com mais um monte de outras coisas, como um trânsito mais pesado, ou com as travessuras de uma filha em crescimento, ou de um relacionamento conturbado, com as lembranças... Nos parece acontecer o mesmo que com o Jó, no passado, de modo que fazemos nossas, aquelas suas palavras quando diz: Aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece (Jó 3:25)
 
Jó falava de uma experiência particular, mas tão comum aos mortais e parecer justamente isso que nos leva a se identificar. Quando sofremos, nos sentimos assim: como se tudo o que a gente quer evitar viesse ao nosso encontro, e nossos temores se encarnassem... Não será assim para todos, mas às vezes nem parece...
pensamentos-sobre-a-dor-de-perder-tempo-e-oportunidades-1
 
Existem duas pessoas que podem tocar em nossas mais doloridas feridas, as que a gente ama, e os médicos. Como quando ralamos os joelhos após uma traquinagem, e corremos para o colo da mãe. O ardor é grande, mas nossa confiança de que ninguém mais nos amaria tanto ao ponto de tocar na ferida, nos impõe a luta entre deixar-se tocar e a retração ante o toque.
 
Quando vamos em busca de ajuda, esta luta começa. Nosso impulso primário parece ser de se proteger, retrair e se fechar. Mas sabemos que se o toque não acontecer, a dor não cessa, o ferimento piora e as lágrimas continuam. O procedimento do curativo pode até doer, mas ele também seca as lágrimas e acelera a cura. Somos, como conselheiros, enfermeiros de dores não tangíveis. A cura não está em nossas mãos.
 
Como conselheiros, não podemos de modo impassível toca a ferida alheia, visto que todos sabemos que nos olhos do outros, pimenta vira refresco. Quando formos tocar em feridas que ainda doem, devemos fazê-lo como quem cuida, com carinho... Só saiba que a luta ainda existe, no interminável drama entre tocar e não deixar ser tocado.
 
nao-e-nada-e-so-tristezaPara encerrar, ambos devem se lembrar que a cura está sempre no toque do Senhor. Ele é cirurgião habilidoso, que com seu bisturi mais afiado que "faca de dois gumes", extrai o mal que causa a dor, e alivia as dores no processo de cura.
Se instrumentos dele, ou pacientes dele, sempre encontramos Nele alguém digno de nossa confiança, e a certeza que um dia Ele "lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. (Apocalipse 21:4).
Jônatas Abdias de Macedo

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